O vídeo a seguir é pequeno resumo/trailer do texto a seguir:

Teve um dia deste mês de março marcado por acontecimentos em profunda sincronicidade. Por diversas fontes, fui instigado em uma das minhas mais antigas interrogações espirituais: o apagamento da memória de vidas passadas quando reencarnamos. Foram mensagens recebidas e conversas que surgiram inesperadamente, todas concentradas em uma data específica: 21 de março de 2026.

Em 2012, publiquei o livro Conspiração Interdimensional, no qual apresento a ideia de que as reencarnações, em grande parte, têm sido infrutíferas. Isso porque os carmas raramente são superados; ao contrário, muitas vezes acumulamos ainda mais débitos para as existências futuras.

Assim, a humanidade em looping inútil permanece em um ciclo repetitivo — nascer, viver, desencarnar e retornar — frequentemente cometendo os mesmos erros. E tudo isso ocorre, em grande medida, porque não nos lembramos do passado.

Para ilustrar o quanto esse esquecimento pode ser prejudicial ao nosso processo evolutivo, imagine um aluno que se preparou intensamente para uma prova, estudou tudo o que precisava, mas, pouco antes do exame, sofre um apagamento completo da memória. O que se pode esperar desse aluno? Muito provavelmente, errará quase tudo e será reprovado.

É dessa forma que vivemos: encarregados de superar carmas que desconhecemos, sem saber com quem temos débitos ou quais erros precisamos corrigir. Ainda que, em alguns encontros, sintamos simpatia ou antipatia imediata — possivelmente reflexos de experiências passadas —, isso, no entanto, é insuficiente para compreender plenamente a situação e agir de forma consciente para a superação.

Esse questionamento, que me acompanha há anos, foi o que me levou a atuar como terapeuta de regressão. Ao longo dos atendimentos, e diante dos benefícios obtidos pelos pacientes ao revisitarem experiências passadas, tornei-me convicto de que recordar essas ligações cármicas — e compreender o que precisa ser transformado — é um caminho essencial para a verdadeira evolução.

Cito, entre muitos casos, o de um paciente que, durante a regressão, percebeu que os conflitos em seu relacionamento atual se repetiam por diversas encarnações. Em todas elas, a história terminava de forma trágica, inclusive com violência extrema entre o casal. Ao reviver essas experiências, ele compreendeu a urgência de mudar suas atitudes. Com essa mudança, houve superação cármica, e sua vida foi profundamente transformada.

Nesse caso, lembrar do passado foi não apenas uma solução, mas a única possível. Por cerca de mil anos, esse padrão vinha se repetindo, mantendo-o preso em um ciclo de erros. Ao compreender suas ações passadas e adotar novas posturas baseadas no perdão e no amor — com auxílio do processo de reprogramação realizado durante a terapia —, a transformação foi completa.

O apagamento da memória antes do nascimento compromete nossa capacidade natural de recordar. No entanto, não se trata de um “delete” absoluto: as informações permanecem armazenadas em níveis profundos do corpo astral. Para a maioria das pessoas, algumas dessas memórias só se tornam acessíveis por meio de técnicas específicas, como a terapia de regressão.

Mas por que esse apagamento ocorre? E quem o realiza?

Aqui entramos em uma questão delicada. Algumas correntes religiosas defendem que o esquecimento é necessário e benéfico para uma nova existência. Contudo, essa visão, a meu ver, não corresponde à realidade. Há, segundo essa perspectiva, uma grande manipulação envolvendo o conhecimento sobre planos dimensionais.

A vida na Terra seria gerenciada por seres de uma quarta dimensão, mais interessados nas energias geradas pelas emoções humanas — especialmente as negativas. Nesse contexto, o esquecimento favorece a repetição de erros, o aumento do sofrimento e a manutenção de um ciclo reencarnatório sem progresso.

Diante disso, o que fazer?

É fundamental desenvolver consciência sobre essa dinâmica e manter esse entendimento não apenas durante a vida, mas também após o desencarne. Não devemos aceitar passivamente narrativas que reforcem culpa e imponham o esquecimento como condição obrigatória para reencarnar. Possuímos livre-arbítrio — e ele deve ser exercido também nesse momento.

Há indícios de que isso é possível. Observa-se, atualmente, o nascimento de crianças com lembranças de vidas passadas e habilidades previamente desenvolvidas, o que sugere que o apagamento pode ser, ao menos parcialmente, evitado, se for o desejo do espírito antes de reencarnar.

Naturalmente, é comum esquecermos fatos ao longo da vida, especialmente da infância. Da mesma forma, seria compreensível esquecer certos aspectos de vidas anteriores, considerando as limitações da mente humana. Porém, isso difere de um apagamento artificial e impositivo feito pelos Arcontes.

Em uma analogia moderna, natural seria transferir as memórias para um “armazenamento em nuvem”, mas que este pudesse ser acessível quando necessário, já que a nossa mente, visto aqui também por analogia como se fosse um HD de computador com tamanho restrito, não comportaria muitos arquivos, precisando uns saírem (mas para um lugar acessível) para os novos adquiridos em cada encarnação.

Mas não é isso que acontece infelizmente, uma vez que o apagamento é quase total antes de nova encarnação, somente é possível algum acesso e bem restrito ao passado, ainda que bem positivo, com a utilização de técnicas de regressão de memória.

Naquele dia de sincronicidade, senti a necessidade de escrever este artigo. Antes, busquei confirmação junto a fontes ligadas a dimensões mais elevadas. Recebi, inclusive, uma mensagem canalizada por uma médium, originada de um ser estelar, que mencionava os chamados Arcontes — seres associados ao controle energético da humanidade. Resumidamente, a mensagem foi que a reencarnação sem memória facilita o trabalho deles. Cabe aos despertos reconhecer e não alimentar essa dinâmica.

Com maior acesso às memórias, poderíamos superar erros com mais rapidez e evoluir espiritualmente, rompendo com o ciclo de reencarnações repetitivas e desperdiçadas.

Sem esse apagamento, viveríamos menos sob o domínio das paixões — frequentemente associadas a conflitos e sofrimento — e mais sob a influência do amor, que, junto ao perdão, representa o verdadeiro caminho de superação cármica.

Se o amor é a luminosidade, o bem, inspirado por seres de elevadas dimensões que desejam o nosso progresso espiritual, a paixão é o lado escuro, do mal, inspirado nos Arcontes.

Apesar disso, ainda contamos com ferramentas como a terapia de regressão, que pode auxiliar no resgate de algumas memórias e na transformação interior.

É essencial manter-se consciente e desperto, não aceitando passivamente processos que limitem nossa evolução.

Luz, Amor e Conhecimento, Moacir Sader


Moacir Sader

Moacir Sader é Terapeuta de Regressão e Mestre de Reiki Usui, Karuna e Chama Violeta, credenciado como Terapeuta holístico sob o número CRT48508, licenciatura em Letras pela Universidade Federal do Espírito Santo, pesquisador e escritor de temas ligados à espiritualidade e autor dos livros: O Poder do Reiki; Reiki & espiritualidade; Torusthá novo símbolo ensinado por Jesus; Conspiração interdimensional, Anunnaki deuses da Terra, entre outros.

8 comentários

Moacir Sader · 26 de março de 2026 às 13:57

E se o maior obstáculo da evolução espiritual fosse o esquecimento de vidas passadas? E se esse esquecimento não fosse natural?

Moacir Sader · 26 de março de 2026 às 13:58

Se viemos à Terra para evoluir, por que esquecemos justamente aquilo que mais precisamos lembrar — nossos erros, nossos vínculos, nossos aprendizados?

Moacir Sader · 26 de março de 2026 às 13:59

Sem memória, repetimos padrões. Erramos com as mesmas pessoas, vivemos os mesmos conflitos e acumulamos mais carmas

Moacir Sader · 26 de março de 2026 às 14:00

Ao longo da minha experiência como terapeuta de regressão, vi isso se repetir inúmeras vezes. Pessoas presas em ciclos de dor por séculos — até acessarem memórias que revelam a raiz do problema. E, quando compreendem, transformam. Evoluem. Lembrar muda tudo.

Moacir Sader · 26 de março de 2026 às 14:00

O chamado “apagamento” antes do nascimento não elimina totalmente as memórias — elas permanecem em níveis profundos. Mas limita nosso acesso consciente, dificultando a superação, só possível em situações pontuais com técnicas de regressão de memória.

Moacir Sader · 26 de março de 2026 às 14:01

A verdade é simples — e incômoda: sem consciência, permanecemos no ciclo, no looping de reencarnações infrutíferas.

Moacir Sader · 26 de março de 2026 às 14:01

Com consciência, temos escolha.

Moacir Sader · 26 de março de 2026 às 14:02

A evolução não está apenas em viver… mas em lembrar, compreender e transformar. Talvez o primeiro passo seja este: despertar.

Deixe um comentário para Moacir Sader Cancelar resposta

Avatar placeholder

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *